... àquilo que se é. Arte de acolher, arte de lutar, arte de sorrir e de abraçar. Arte de fazer tudo aquilo que a liberdade de cada um permite, sem olhar para trás ou para o lado, mas em frente. Arte de ser. Arte de viver. Em nada diferente dos demais.
Os monumentos iluminam-se de azul em vários países e, em Portugal, na zona do Tâmega fazem jus a esta homenagem. E ainda bem.
"O mar azul e branco e as luzidias Pedras - O arfado espaço Onde o que está lavado se relava Para o rito do espanto e do começo Onde sou a mim mesma devolvida Em sal espuma e concha regressada À praia inicial da mina vida."
"Mar,
Metade da minha alma é feita de maresia."
"Mar sonoro, mar sem fundo mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós.
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagres criado só para mim."
